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Notícias | Cachoeirinha Política

Tribunal de Justiça confirma anulação do processo de impeachment proposto em 2019

Cenário político está quente na cidade com a abertura de nova investigação na Câmara com apoio da base governista a pedido do prefeito

Publicado em: 01.07.2021 às 20:39 Última atualização: 01.07.2021 às 20:39

A semana fria é de clima quente na política de Cachoeirinha. Um dia depois da aprovação, na Câmara de Vereadores, de uma comissão processante para apurar denúncias de supostas irregularidades na Prefeitura, o Tribunal de Justiça (TJ) do Estado confirmou a anulação do processo de impeachment movido contra o prefeito Miki Breier (PSB) em 2019.

A decisão inicial foi há dois anos, mas o vereador Marco Barbosa (atual PP e ex-PSB) acabou entrando com apelação para tentar reverter o julgamento. Na época do Tribunal de Justiça já havia decidido no mesmo sentido, uma vez que Marco tem parentesco com o prefeito e presidia a comissão processante.

O vereador alegou que não possui parentesco com o vice, Mauricio Medeiros (MDB), e que não havia embasamento legal para o embargo. Seu pedido foi indeferido e agora o processo de impeachment foi anulado pelo TJ.

Também nesta quinta-feira (1º) o prefeito de Cachoeirinha revelou que sua mãe, Ives Breier, de 76 anos, foi alvo de ataques pessoais no âmbito da discussão política que acontece na cidade. Panfletos com críticas ao governo Miki teriam sido jogados na casa dela.

O material é assinado por partidos de oposição (Cidadania, Republicanos, PSL, PTB, Rede, PT e PP) e vereadores que não fazem da base aliada na Câmara e trazia informações sobre denúncias de supostas irregularidades envolvendo a Prefeitura. Miki nega irregularidades e, no início da semana, apoiou a abertura de investigação contra o próprio governo na Câmara.

Dirigentes dos partidos de oposição assumiram que mandaram produzir os panfletos, mas negaram qualquer envolvimento com a entrega do material na casa da mãe do prefeito. Dona Ives é sogra do vereador Marco Barbosa (PP), que faz oposição ao governo municipal.

Miki se referiu ao ato como "um ataque covarde". "Tiveram a capacidade de encher o pátio da minha mãe e a caixa de correios com esse material sensacionalista, que me ataca de maneira covarde",concluiu. Segundo a assessoria do prefeito, ele ainda avalia que medida legal poderá tomar diante do caso.

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