Olá leitor, tudo bem?

Use os í­cones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, ví­deos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 6423 (parada 63) - Monte Belo - Gravataí - CEP: 94050-000
Fones: (51) 3489-4000

Central do Assinante: (51) 3600.3636
Central de Vendas: (51) 3591.2020
Whatsapp: (51) 99101.0318
Estados Unidos

Anticoncepcional masculino passa em testes iniciais

Pílula contém hormônios que impedem a produção de espermatozoides
27/03/2019 11:56

Cientistas americanos anunciaram nesta terça-feira, 26, que um anticoncepcional masculino passou nos testes iniciais de segurança humana. A notícia foi divulgada durante o Endocrine 2019, encontro anual médico realizado em Nova Orleans, nos EUA. Pesquisadores da Universidade de Washington e da La BioMed estão liderando os estudos.

Atualmente, as únicas opções contraceptivas para os homens são preservativo ou vasectomia. A nova pílula foi criada para ser consumida uma vez ao dia, como alguns medicamentos femininos, e contém hormônios desenvolvidos para impedir a produção de espermatozoides.

Apesar do avanço, o anticoncepcional pode demorar mais de uma década para chegar ao mercado, isso se continuar sempre aprovado nos testes laboratoriais.

A pílula feminina surgiu em 1960 e foi considerada uma revolução no controle de natalidade. Para os homens, o grande desafio dos cientistas é garantir que a diminuição na produção dos espermatozoides não diminua o desejo sexual ou comprometa a ereção.

Mesmo assim, os cientistas de Washington estão muito otimistas de que conseguirão concluir um contraceptivo eficiente, pois 40 homens participaram dessa primeira etapa e os resultados foram promissores. "Nossos resultados sugerem que esta pílula, que combina duas atividades hormonais em uma, diminuirá a produção de espermatozoides preservando a libido", afirma Christina Wang, uma das médicas pesquisadoras envolvidas com os estudos.


Correio de Gravataí
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE