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Um dia a escola cai

Melhorias na escola Tuiuti, por enquanto, só no discurso

Quinze dias depois da empreiteira deixar materiais para obra em prédio interditado da escola, as obras ainda não foram retomadas. Alunos voltaram a protestar nesta sexta (12).
12/07/2019 12:29

Foto por: Arquivo Pessoal
Descrição da foto: Estudantes abraçaram a escola no final da manhã
Na manhã desta sexta (12), mais uma turma foi obrigada a trocar a sala de aula pelo refeitório da escola estadual Tuiuti, em Gravataí. Um curto-circuito na fiação da sala onde estavam os alunos do primeiro ano do ensino médio provocou fumaça e um princípio de fogo no no local. Por prevenção, a sala foi interditada. Mais uma na precária estrutura da maior escola estadual da cidade.

No final de junho, os estudantes cruzaram os braços e ocuparam a escola por uma semana, reivindicando a melhoria na estrutura. Depois de 15 dias de retomada das aulas improvisadas, com a promessa de que obras seriam reiniciadas e uma avaliação mais ampla dos quatro prédios onde ficam as salas de aula aconteceria, tudo não passou de discurso. Por isso, no final da manhã desta sexta, os estudantes voltaram a protestar. Desta vez, com um abraço simbólico à escola.

"Tudo o que nos dizem é que ainda falta uma assinatura da Secretaria de Obras autorizando a retomada dos serviços da empresa que fazia a reforma em um dos prédios da escola", diz a diretora, Geovana Rosa Affeldt.


Ela fala da situação mais preocupante no Tuiuti, e que estava no centro das exigências da comunidade quando a escola foi ocupada. O prédio onde ficavam as salas de aula das séries iniciais está interditado desde o final do ano passado, quando o forro desabou. Na véspera, com o risco de queda da estrutura, a direção já havia retirado das turmas daquele espaço. Uma obra emergencial iniciou ainda no final de 2018, mas no começo deste ano, parou pela ausência de um aditivo contratual à empreiteira.

A condição para o fim dos protestos de junho foi a chegada do material para retomada daquelas obras. Mas, até agora, não passou disso. O aditivo não foi assinado depois de 15 dias.

"Como já dissemos no mês passado, o problema é generalizado. A estrutura da escola é muito antiga", afirma a diretora.

E a comunidade escolar cumpriu a sua parte no acordo que determinou o retorno das aulas, mesmo em espaços improvisados. Foram retirados, emergencialmente, os forros dos outros prédios e, mesmo com o frio intenso, as salas voltaram a ser usadas para as aulas. E as condições precárias, naturalmente, voltaram a aparecer.

A preocupação maior, no entanto, está neste sábado. Estão programadas aulas de manhã e à tarde, mas a previsão do tempo é de chuva. Sem forro nas salas, o risco de goteiras e de que tudo fique debaixo de água é evidente.

"Será a primeira chuva que vamos pegar com essa estrutura assim. O jeito é aguardar e ver o que vai acontecer", lamenta Geovana.

Correio de Gravataí
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