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Um recorde de prisões

Está dando um bandido em cana a cada dois dias na Delegacia de Homicídios

Nova estratégia da Especializada é levar à cadeia o maior número possível de foragidos
11/07/2019 14:27 11/07/2019 14:29

Foto por: Polícia Civil/Divulgação
Descrição da foto: MAIS UM: foragido levado à cadeia pelos agentes da Homicídios
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gravataí nunca prendeu tanto. Só no mês de junho, deu um bandido levado à cadeia a cada dois dias. Todos homicidas, assaltantes, estupradores, traficantes. A entender, a Homicídios é uma DP Especializada na "matéria" crimes contra a vida. Então, para levar alguém a cadeia, a não ser que o policial presencie o crime, é necessário construir um inquérito, ouvir uma dúzia de testemunhas, coletar provas, etc. E depois esperar o juiz dar o canetaço que vai garantir a prisão. O processo demora, é claro. Não é fácil. Mas então como é que a Delegacia de Homicídios anda prendendo tanta gente? Explico. O recorde de prisões faz parte de uma iniciativa do delegado Eduardo Amaral, responsável pela DP, que já havia feito algo semelhante quando trabalhava na hoje violenta Viamão. A ideia é simples. "Limpar" a área, levando à prisão o maior número de foragidos da justiça.

Só que é preciso entender que "foragido da justiça", neste caso, não significa o sujeito que estava com tornozeleira eletrônica em casa e rompeu para, digamos, "dar uma volta." Na verdade, tratam-se de bandidos perigosos que estão diretamente ligados às investigações de assassinatos ou fazem parte daquele grupo que precisa ser tirados das ruas de imediato. "Nossa meta é o combate à criminalidade e a redução nos índices de homicídio, então acreditamos ser importante tirar o máximo de criminosos das ruas que for possível", esclareceu Amaral. "O trabalho de esclarecer casos complexos e levar à justiça que comete homicídios continua, mas em paralelo estamos garantindo um expressivo número de prisões."

Correio de Gravataí
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