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Atenção para o golpe

Conto do bilhete não para de fazer vítimas, e idosos são os principais alvos

Velho golpe aumenta no fim do ano no Vale do Sinos
06/12/2018 08:39

O velho conto do bilhete premiado está cada vez mais atual. Vigaristas profissionais, especialistas em explorar a ingenuidade e a ganância das pessoas, não param de fazer vítimas no Vale do Sinos. A incidência costuma aumentar no fim de ano, o que vem se confirmando. Desde setembro, há pelo menos um caso por semana na região, apesar de alguns não terem sido registrados por vergonha das vítimas, na grande maioria idosas, que perdem economias de uma vida em troca da ilusão de uma gratificação milionária.

"A população precisa ficar atenta, ainda mais nessa época do ano e principalmente em relação a seus idosos", alerta o delegado da 1ª DP de Novo Hamburgo, Tarcísio Kaltbach. Ele observa que a maior circulação de dinheiro aguça o apetite dos estelionatários. "Escolhem pessoas de mais idade, geralmente mulheres, porque aparentemente veem menos maldade nas coisas e se tornam presas mais fáceis." O delegado destaca, porém, que nem sempre é a ingenuidade que faz a vítima. "A predileção pelo lucro fácil é outro fator, talvez até o principal. A pessoa saca dez para ganhar cem e acaba ficando sem nada."

Estatística

Não há estatística precisa sobre a quantidade de casos. Quando registrados, são documentados na vala comum do estelionato, a tipificação penal, sem especificação do conto do bilhete. "Na nossa área, é com certeza o golpe mais comum contra idosos", diz Tarcísio, responsável pelo território do Vale do Sinos onde o crime é mais praticado - Centro de Novo Hamburgo e bairros próximos.


Correio de Gravataí
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