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Crise

Guaidó declara estado de emergência por conta do apagão na Venezuela

Decreto foi aprovado pelo Congresso nesta segunda-feira
11/03/2019 21:56

Foto por: Matias Delacroix / AFP
Descrição da foto: Vista de Caracas, em 9 de março, durante apagão que afeta a Venezuela
O líder opositor Juan Guaidó declarou estado de emergência e convocou protestos para esta terça-feira (12) em toda a Venezuela por conta do apagão que atinge praticamente todo o país há quatro dias e já deixa a população desesperada por água e comida.

"Declara-se o estado de emergência (...) em todo território nacional, devido à calamidade pública gerada pela interrupção contínua do fornecimento de eletricidade", indica um decreto proposto por Guaidó e aprovado pelo Congresso, de maioria opositora, nesta segunda-feira (11).

O autoproclamado presidente interino do país pediu a vigência do ato por 30 dias prorrogáveis, com o objetivo de obter "cooperação internacional" para superar a crise.

Também solicitou aos militares e forças de segurança que não impeçam ou criem obstáculos para os protestos contra a crise de energia.

Não há projeções sobre o alcance e as possibilidades da aplicação do estado de emergência no país, pois o presidente eleito Nicolás Maduro tem o apoio das Forças Armadas e o controle de praticamente todas as instituições.

O fornecimento de energia elétrica está instável em várias regiões, inclusive na capital Caracas, e as dificuldades de restabelecimento do serviço ficaram em evidência após Maduro manter a suspensão das atividades de trabalho e escolares, que havia decretado na quinta-feira passada quando começou o problema, o pior registrado neste país de 30 milhões de habitantes que atinge a capital e 22 dos 23 estados.

"As agressões e os ataques imperialistas não apagarão a força e a capacidade de resistência do povo", afirmou o presidente venezuelano no Twitter.

Guaidó argumentou que no país existe uma "catástrofe" que já tirou "dezenas" de vidas por conta dos problemas de atendimento enfrentados nos hospitais, além da escassez de água e os danos provocados no armazenamento de comida perecível, no transporte e nas comunicações que estão interrompidas ou instáveis.

"Não vamos permitir que se normalize a tragédia (...), por isso o decreto", afirmou o líder da oposição, acrescentando que "todo (é) produto da corrupção e da imperícia do regime".

Na madrugada desta segunda-feira, uma estação elétrica entrou em pane em Caracas por causas desconhecidas, agravando a situação numa área onde foram registrados saques no domingo.


Correio de Gravataí
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