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Às vésperas do Dia dos Namorados

Preso em Gravataí um suspeito de assassinar a namorada a facadas

Polícia Civil capturou no bairro Nossa Chácara um jovem de 22 anos envolvido em assassinato brutal
11/06/2019 17:43 11/06/2019 17:44


Foto por: Arquivo Pessoal/Divulgação
Descrição da foto: Vítima: Juliana Oliveira Foza, de 19 anos, foi brutalmente assassinada
Oito dias depois do corpo da jovem Juliana Oliveira Foza ser encontrado em um matagal em Esteio, o principal suspeito do crime foi preso. O jovem de 22 anos foi detido na casa de familiares em Gravataí na manhã de segunda-feira. O homem, que não teve a identidade divulgada pela polícia, foi preso preventivamente, segundo a Polícia Civil. De acordo com o titular da DP esteiense, o delegado André Sperotto, que preside o inquérito do caso, o rapaz era namorado da vítima e a teria matado a facadas durante uma discussão na volta de uma festa na madrugada de 1º de junho.

O corpo da jovem de 19 anos foi descoberto na tarde do dia 2, por volta das 15 horas, na Rua Monteiro Lobato, no bairro conhecido como Novo Esteio, próximo ao quilômetro 257 da BR-116. Um carroceiro que passava pelo local avistou a mulher caída já sem vida em um barranco no local e acionou a Brigada Militar, que isolou a área para o trabalho da perícia. Juliana estava vestida e aparentemente não apresentava sinais de violência. Os peritos, no entanto, constataram que o corpo apresentava marcas de, pelo menos, três facadas no peito. A identificação da vítima foi confirmada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) na tarde de segunda-feira, dia 3.

E quem estava com a faca usada no crime?

E como aconteceu o crime? “Acreditamos que tenha ocorrido próximo a Arena do Grêmio”, diz o delegado. “No caminho, voltando de uma festa, eles teriam brigado e ela teria sido golpeada dentro do veículo mesmo com uma faca, sendo o corpo deixado no matagal”, comenta o delegado Sperotto. De acordo com ele, a polícia chegou até o suspeito após depoimentos de testemunhas e de exames periciais realizados no veículo do namorado de Juliana, que apontavam vestígios de sangue no automóvel. O acusado, no entanto, conforme o delegado, nega o crime. “Ele alega que não matou a Juliana, que os autores teriam sido dois adolescentes que estariam com o casal no carro. Eles, que são amigos do suspeito, já foram ouvidos e estamos verificando qual a participação deles no caso”, pontua o delegado. De acordo com Sperotto, Juliana era moradora de Montenegro enquanto o homem preso residia de verdade no bairro Niterói, em Canoas. Nenhum dos envolvidos tinha qualquer passagem pela polícia, o que aumenta o mistério em torno da arma usada no crime. “Ainda não sabemos de onde surgiu a faca que foi usada?”


Correio de Gravataí
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