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Mistério

Quem queria matar o taxista Juares da Silva? E por que tantos tiros?

Polícia Civil busca pistas sobre a execução do trabalhador na noite deste domingo (12) na parada 61
13/05/2019 12:19 13/05/2019 12:19


Foto por: Polícia Civil/Reprodução
Descrição da foto: Eliminado: Juares da Silva foi brutalmente assassinado dentro de seu táxi
Era tarde da noite. E então os moradores da Barão de Santo Ângelo, no bairro São Judas Tadeu, ouviram os "estouros." E foi quando se percebeu um carro, na verdade um táxi, Toyota Corolla, com os faróis acesos parado quase no meio da rua. Quer dizer, se ouviu pouco e não se viu nada do assassinato cometido na noite deste domingo (12) na parada 61. A Polícia Civil deu início à investigação que apura a morte do taxista Juares da Silva, 53 anos, sabendo bem pouco. O caso é trabalhado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) tendo em mente uma única certeza: alguém queria Silva bem morto.

Foram aproximadamente seis tiros disparados na região da cabeça, segundo o delegado Eduardo Amaral, que responde pela Delegacia de Homicídios. A perícia ainda não apontou se fora usado um revólver ou uma pistola na cena do crime. Porém, todas as características são de uma execução. "Não está completamente descartada a hipótese de roubo, mas tudo até agora indica que ele foi eliminado mesmo. A quantidade de disparos era para se certificar que ele estava morto", defende. "Algumas testemunhas apontaram terem ouvido um carro sair disparado do local logo depois dos tiros. Vamos averiguar se câmeras de segurança na área da 61 nos dão alguma pista sobre este suposto veículo."

A apuração constatou o envolvimento do trabalhador com alguns delitos, mas os casos, conforme Eduardo Amaral, são muito antigos. "Ele foi fichado há quase dez anos então não tem como termos certeza se existe relação por enquanto", frisa. "Trabalhamos no caso de um trabalhador que foi violentamente assassinado", conclui.

Correio de Gravataí
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