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Polícia

Estudante brutalmente espancado na Caveira se recupera

Enquanto isso, Polícia Civil trabalha para levar agressores à Justiça
24/04/2019 21:42 24/04/2019 21:45


Foto por: Leandro Domingos/GES-ESPECIAL
Descrição da foto: Investigação: Polícia Civil apura agressão na Caveira
E o caso de espancamento na Caveira hein? Em que pé anda? Pois 15 dias depois, o estudante Mateus Henrique Juber se recupera em casa, após dias internado no Hospital Dom João Becker. Para quem não lembra, o jovem de 19 anos foi brutalmente atacado por dois adolescentes na noite do dia 9 de abril. Tudo o que aconteceu foi gravado através de um telefone celular e “largado” nas redes sociais ainda naquela fatídica noite de terça-feira. Juber foi levado inconsciente para o hospital após as sucessivas pancadas na cabeça.
Nossa reportagem tentou mais uma vez contatar a mãe do estudante, mas não houve retorno. Diretora da Escola Antônio Aires de Almeida, Aurelise Braun Neves está acompanhando a recuperação do rapaz. Feliz por ele já estar em casa, ela conta que Juber ainda sofre com dores de cabeça por causa dos hematomas. “Ele saiu do hospital e logo teve que voltar para fazer novas tomografias”, relata. “Só que os médicos explicaram que as tonturas e dores de cabeça fazem parte do processo de recuperação devido a gravidade das lesões”, continua. “Agora a torcida é somente para que ele melhore logo.”

"Esse caso não foi esquecido"

Na semana passada, quando nossa reportagem foi à Caveira para tratar dos homicídios ocorridos na área, ouviu o seguinte comentário de um morador. “A polícia esqueceu do gurizinho aquele que quase mataram.” Ledo engano. Logo na manhã depois do crime, no último dia 10, o delegado Rodrigo Bozzetto, responsável pela Delegacia Regional Metropolitana, foi categórico ao afirmar que o espancamento se tratava de uma tentativa de assassinato. “Pedi uma atenção especial ao caso”, disse. “Isso não foi uma simples agressão. Foi uma tentativa de assassinato.” A investigação, portanto, foi parar na mesa do delegado Eduardo Amaral, que responde pela Delegacia de Homicídios. Amaral confirmou que viu as imagens a acredita ter existido sim a intenção de matar. “A vítima já estava completamente indefesa e continuava recebendo socos na cabeça”, avaliou. Pois agora o delegado confirma que a apuração está em estágio final. “A comunidade pode ficar tranquila porque esse caso não foi esquecido”, garantiu. “Já identificamos os dois adolescentes agressores e acreditamos ser possível fechar o caso nos próximos dias”, aponta. “E deve sim haver o indiciamento por homicídio.”

Mais segurança na volta 

Desde o crime, a Brigada Militar reforçou a segurança entre as paradas 102 e 103 da RS-030, no Passo da Caveira. A entrada e saída da Escola Antônio Aires de Almeida tem sido garantida pela Guarda Municipal


Correio de Gravataí
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