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Investigação

Carro usado em execução no Centenário é encontrado em São Leopoldo

Ford Fiesta estava abandonado em rua do bairro Vicentina
09/11/2018 13:56 09/11/2018 13:57

Foto por: Polícia Civil/ Divulgação
Descrição da foto: Ford Fiesta usado por criminosos foi localizado em rua do bairro Vicentina, em São Leopoldo
O carro usado pelos criminosos que executaram por engano um jovem no Hospital Centenário foi encontrado no início da tarde desta sexta-feira (9) em São Leopoldo. O Ford Fiesta prata, estava abandonado na Rua Adolfo Bezerra de Menezes, no bairro Vicentina. A Polícia Civil foi avisada por moradores do local que estranharam o veículo, que está em situação de roubo e tem placas de Sapucaia do Sul. 

Nenhum dos quatro homens que participaram da ação criminosa foram presos até o momento. A Polícia Civil, entretanto, já tem informações de possíveis suspeitos. Eles teriam ligação com outro crime, ocorrido na quarta-feira, em que o verdadeiro alvo dos atiradores está envolvido. Alex Júnior Abreu Tubiana, que esta internado no Centenário, reagiu a uma tentativa de homicídio e acabou matando o homem que veio para matá-lo. Outros dois homens fugiram do local do crime na Avenida Muá, no bairro Vila Brás. 

Conforme o titular da Delegacia de Homicídios, o delegado Alexandre Quintão, Tubiana tem antecedentes por tráfico e também por dois homicídios ocorridos em 2010 na Vila Brás, além de envolvimento com torcidas organizadas, sendo considerado pela Polícia, um criminoso de alta periculosidade. “Por enquanto estamos descartando a participação dele em facções. Tinha passagens e havia sido posto em liberdade no dia 17 de outubro por ordem judicial devido a falta de vagas no regime semiaberto e hoje deveria se apresentar no Instituto Penal de Monitoramento para passar a utilizar uma tornozeleira”, explica Quintão.

Vídeo mostra momento da execução

 

Medo entre os pacientes

O crime levou medo a quem estava no Hospital Centenário durante a madrugada. Familiares, pacientes e funcionários relatam cinco minutos de pânico e apreensão diante de barulho de tiros. Uma mulher que pede para não ser identificada, acompanhava o marido, internado há três dias no local quando foi acordada com o som dos disparos. “Não sabia o que estava acontecendo. Fiquei assustada. Havia boato de que o hospital podia ser invadido uma vez que tinha um bandido internado lá, mas jamais imaginei que isso aconteceria. Quando soube que o menino morto foi atingido por engano entrei em pânico. Não parava de pensar na dor dessa família”, desabafa.



Correio de Gravataí
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