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Política

Partidos começam a definir apoios a presidenciáveis no segundo turno

PSDB, Novo, DC e PP declaram neutralidade. PTB ficará com Bolsonaro, enquanto Haddad tem PSB, PPL e PSOL
09/10/2018 21:30 09/10/2018 21:31

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e o Partido Progressista (PP), da coligação do governo de Michel Temer, se declararam neutros para o segundo turno, em 28 de outubro, da eleição presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

"O PSDB decidiu liberar os seus militantes e seus líderes para que decidam de acordo com a sua consciência em uma posição coerente. Não apoiaremos nem o PT, nem o candidato Bolsonaro", disse nesta terça-feira (9) o ex-candidato à presidência Geraldo Alckmin, que obteve no primeiro turno, no domingo, 4,76% dos votos contra 46% para Bolsonaro e 29% para Haddad.

No entanto, o candidato tucano ao governo de São Paulo, João Doria, declarou apoio a Bolsonaro, por considerar que o PT de Haddad "assaltou" o Brasil durante os governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016).

Também declararam neutralidade o PP, o Democracia Cristã (DC), do presidenciável Eymael, e o partido Novo, do candidato João Amoêdo.

O "Progressistas adotará uma postura de absoluta isenção e neutralidade no segundo turno das eleições presidenciais. Faz convicto de que essa é a melhor contribuição que pode oferecer ao debate", informou o partido em comunicado.

No entanto, o PP, aliado de todos os últimos governos, de esquerda ou de direita, atualmente está dividido. A senadora Ana Amélia Lemos, que foi candidata à vice-presidência na chapa de Geraldo Alckmin (4,76% dos votos), pediu votos para Bolsonaro, assim como o PP no Rio Grande do Sul.

Já o Novo, de Amoêdo (2,50% dos votos), deixou claro que vê o PT como seu principal adversário, apesar da declarada neutralidade. "O Novo não apoiará nenhum candidato à Presidência, mas somos absolutamente contrários ao PT, que tem ideias e práticas opostas às nossas", afirmou.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), que conquistou dois governos no domingo (7), anunciou seu apoio a Haddad e propôs ao PT a formação de uma "frente democrática" a fim de impedir a chegada ao poder de "um admirador da ditadura militar".

O presidenciável pelo Partido Pátria Livre (PPL), João Goulart Filho, comunicou apoio a Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Filho disse que o País corre um "grande risco" diante da possibilidade de Jair Bolsonaro (PSL) se eleger no segundo turno.

Somou-se, assim, ao candidato Guilherme Boulos, do PSOL (0,58% dos votos), que declarou apoio ao candidato do PT no domingo através das redes sociais.

O pedetista Ciro Gomes (12,47%) afirmou após a eleição que sua prioridade seria "lutar pela democracia e contra o fascismo", mas seu partido ainda não definiu apoio.

Marina Silva (REDE) afirmou no domingo que fará oposição a qualquer um que seja eleito presidente, mas seu partido discute sua posição para o segundo turno.

Após reunião da executiva nacional do PTB, em Brasília, o presidente da legenda, Roberto Jefferson, anunciou nesta terça (9) que apoiará a candidatura do PSL à presidência da República. Em nota, ele afirma que Bolsonaro é a opção para a pacificação e a união do Brasil.


Correio de Gravataí
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