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Dermatologia

Conheça os tipos de acne e como tratá-los

De 20% a 25% dos casos persistem na fase adulta, principalmente nas mulheres
25/09/2018 15:10 25/09/2018 15:11

Foto por: Pixabay-Kjerstin_Michaela/Divulgação
Descrição da foto: Acne, espinha
A acne é uma doença das glândulas sebáceas e dos folículos pilossebáceos. Durante a puberdade, há um aumento fisiológico dos hormônios andrógenos que estimulam a atividade dessas glândulas e folículos.

Segundo a dermatologista Fátima Sertório, esse processo culmina com inflamação dessas estruturas – o que leva ao aparecimento de cravos, espinhas, nódulos e até cistos. “Por isso, a acne aparece mais na face, onde há predomínio das glândulas sebáceas, assim como nas costas e peito, locais onde elas também estão em grande número. De 20% a 25% das pessoas, principalmente mulheres, podem manter esse processo na vida adulta. E uma minoria têm surgimento da acne na vida adulta, cerca de 15%”, diz.

Conforme a dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Tatiana Gabbi, a acne aparece em adultos quando ocorre algum distúrbio no funcionamento normal da pele. “Pode ser aumento de hormônio ou diminuição do inibidor de hormônio, o que é comum em mulheres adultas quando usam anticoncepcional e param de usar abruptamente”, cita.

Acne e espinha

Tatiana destaca, ainda, que não há diferença entre acne e espinha. “O médico usa o termo acne para definir a doença e as lesões da acne como pústulas, pois são pequenas áreas com formação de pus. Uma prática comum entre as pessoas é espremer as lesões de acne, o que jamais deve ser feito, pois pode agravar a inflamação.”

Como tratar a pele

Fátima explica que o cuidado depende da idade, sexo, intensidade e extensão da acne. “Existem tratamentos tópicos destinados a casos mais leves que devem incluir sabonete para higienização, gel para aplicação noturna e um filtro solar que ajude na redução da oleosidade, para uso diurno. Por vezes, o tratamento é complementado com antibiótico, anticoncepcional, antiandrogênico. Em casos graves ou resistentes, também tem lugar a isotretinoína, medicação derivada da vitamina A que tem ação em várias fases da acne.”

Incidência

A dermatologista Fátima Sertório ressalta que estudos mostram que no inverno a secreção do sebo (gordura da pele) fica mais espessa, o que pode contribuir para a piora da acne. “As pessoas aproveitam o sol no verão, que por sua ação anti-inflamatória, pode trazer uma melhora temporária da acne. Porém, depois que essa exposição diminui com a chegada da meia-estação e inverno, há uma piora, pois o mesmo sol também é um estimulador das glândulas sebáceas, resultando numa piora da acne”, destaca.

Tipos de acne

Conforme Fátima, a acne inclui comedões (cravos), pápulas (lesões sólidas, arredondadas e avermelhadas), pústulas (lesões com pus) e nódulos (lembram pápulas, porém bem maiores) e cistos (nódulos de conteúdo líquido no interior). A dermatologista destaca, ainda, que algumas vezes a acne pode desencadear doenças mais graves. “Existem casos, felizmente raros, de acne fulminante, quadro grave em que o paciente apresenta febre, mal-estar e pode precisar até de internação hospitalar”, enfatiza.


Correio de Gravataí
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