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Caso Nicolle

Justiça acata denúncia do MP e caso da morte de modelo tem três réus

Nicolle Brito Castilho da Silva desapareceu no dia 2 de julho do ano passado
11/07/2018 11:02 11/07/2018 11:02


Divulgação
Nicolle Brito Castilho da Silva
Passam a ser réus os três acusados pelo homicídio da modelo Nicolle Brito Castilho da Silva, desaparecida de casa em 2 de julho do ano passado, em Cachoeirinha. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público, e agora os dois homens e uma mulher terão de responder por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. 

Os dois homens tiveram sua prisão decretada. Um deles, suspeito de ser mandante do assassinato, está foragido. O outro, suspeito de ter executado Nicolle – cujo corpo nunca foi encontrado –, já cumpre pena por outro crime. A Justiça negou o pedido de prisão contra a mulher. O nome dos réus permanece em sigilo.

A denúncia do MP acata as conclusões do inquérito policial, que trata do caso como assassinato. Segundo o titular da 1ª Delegacia da Polícia Civil em Cachoeirinha e responsável pelo caso, delegado Leonel Baldasso, Nicolle foi torturada. "Temos gravação de um dos indiciados, apenado no (Presídio) Central, em que diz que 'picaram' a Nicolle, mas não fala sobre onde está o corpo", diz Baldasso. Em depoimento, porém, o homem negou a participação no homicídio. A motivação da execução seria que a modelo teria delatado um comparsa de facção – assassinado junto da companheira – deste preso. 

Conforme o inquérito da 1ª DP de Cachoeirinha e a denúncia do MP, Nicolle foi agredida e torturada até a morte: "após torturá-la os criminosos cortaram o corpo da vítima em pedaços e o incendiaram, destruindo o cadáver, cujos vestígios não foram até o momento encontrados".


Correio de Gravataí
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