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Fúria da natureza

Chega a 57 o número de mortos devido às chuvas no Japão

Cerca de 300 pessoas, inclusive bebês e crianças, ficaram presas em um hospital, quando a água de um rio vizinho transbordou
08/07/2018 10:16 08/07/2018 10:17

STR / JIJI PRESS / AFP
Cidade de Saka vista de cima após chuvarada que atingiu a região
As equipes de resgate japonesas lutavam contra o relógio neste domingo (8) para resgatar pessoas atingidas pelas enchentes provocadas por chuvas torrenciais que continuam a atingir parte do oeste do Japão e que já deixaram 57 mortos, de acordo com um balanço oficial provisório.

"As operações de resgate, o salvamento de vidas e as evacuações são uma corrida contra o tempo", declarou o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, durante reunião de crise com os primeiros ministros, enquanto o porta-voz do governo anunciou que o balanço de vítimas fatais poderia aumentar pois a chuva continua caindo em áreas já muito afetadas.

A rede pública NHK anunciou um balanço ainda mais elevado, de 68 mortos e 56 desaparecidos.

Quase 100 moradores das regiões mais afetadas ficaram feridos, segundo a Agência de gestão de incêndios e catástrofes naturais.

O estado de alerta máximo para três províncias do oeste (Kochi, Ehime e Gifu) foi retirado, mas seguem vigentes as advertências. Na cidade de Mihara, perto de Hiroshima, a chuva deu uma trégua neste domingo à tarde e os habitantes começaram a contabilizar os danos.

MARTIN BUREAU/ AFP
Cidade de Saka foi uma das mais atingidas pelas fortes chuvas que atingiram a região de Hiroshima

Masanori Hiramoto, de 68 anos, ficou devastado ao ver o estado da sua casa. "Não sei nem por onde começar a limpeza", afirmou à AFP o agricultor. "Esta área se tornou um oceano e isso me preocupa, porque não sei quanto tempo permanecerá assim", afirmou Nobue Kakumoto, um idoso de 82 anos.

"As operações de resgate estão sendo conduzidas ininterruptamente, 24 horas por dia", indicou Yoshihide Fujitani, responsável pela gestão catástrofes do município de Hiroshima. "Também estamos cuidando dos desabrigados e tentando recuperar as infraestruturas vitais, como as redes de água e gás", declarou Fujitani à AFP.

Cerca de 300 pessoas, inclusive bebês e crianças, ficaram presas em um hospital de Kurahiski, na prefeitura de Okayama, quando a água de um rio vizinho transbordou.

"Cortaram a eletricidade e o fornecimento de água e de comida", explicou por telefone à emissora de TV pública NHK uma enfermeira que trabalha no local.

As equipes de resgate retiraram em helicópteros algumas pessoas do hospital, enquanto outros deixaram o estabelecimento em botes infláveis.




Correio de Gravataí
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