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Tecnologia aliada à saúde

Técnica de biofeedback ativa atenção e aprendizagem

Neuropsicopedagoga Pâmela Pschichholz fala sobre o tratamento inovador
04/05/2018 11:29 04/05/2018 11:32

Divulgação/Divulgação
Biofeedback tem auxiliado crianças e adultos
A concentração necessária em meio a uma reunião prolongada, a memória que não pode faltar durante o estudo para um concurso público ou aquela atenção em sala de aula parecem complicadas de obter nestes dias e noites de muita correria. Para mudar a questão, a técnica do biofeedback tem auxiliado crianças e adultos. A neuropsicopedagoga do Núcleo de Atendimento Psicológico – NAP, Pâmela Pschichholz, explica que a novidade estimula a aprendizagem e traz melhoria importante na atenção e memória em todas as idades.

Divulgação/Divulgação
Pâmela: melhoria na memória
Para tanto, o biofeedback analisa respiração, pulsação e olhar do paciente e, com base nos dados obtidos, traça estratégias para auxiliá-lo no alcance de melhorias. “É possível mapear e gerenciar as reações fisiológicas do corpo usando tecnologia de ponta e para o alcance do alto desempenho, principalmente na aprendizagem. É uma intervenção refinada, personalizada e eficaz, pois não lida apenas com o comportamento, mas também com uma reação biológica invisível para qualificar o desempenho”, detalha a profissional.

Sensores

Sem medicação injetável e sem choques elétricos. Através de sensores colocados em pontos estratégicos do corpo, a profissional observa respostas do organismo, como a frequência cardíaca, a frequência das ondas cerebrais, a medida de uma temperatura mais sensível do que a verificada com o termômetro caseiro e ainda a medição da resposta galvânica da pele, ou seja, o suor ou outra reação fisiológica em momentos de ansiedade. A partir daí, os dados são usados com foco na aprendizagem.

“Há o treino das reações – como a concentração espelhada em imagens, com o layout adequado para cada idade –, o gerenciamento das informações e o estímulo para que a pessoa se treine em cada reação, para que consiga não só modificar seu comportamento, mas também acompanhar as reações de seu corpo”, destaca.

O paciente ainda verifica, através de gráficos, sua evolução no processo. “O objetivo é qualificar a memória e a atenção para, por exemplo, quem vai fazer uma prova, para auxiliar a criança que tem dificuldade ou transtorno de aprendizagem, além da intervenção com idosos. Isso ocorre com treinamento cognitivo para qualificar o processo de atenção, memória e raciocínio lógico, num exercício constante.”


Correio de Gravataí
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