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Motores

Para movimentar a venda de carros novos, lojas pagam 100% da Fipe

Cresce o número de concessionárias que realizam campanhas para valorização dos usados.

GES-Especial/Adair Santos
Estratégia: gerente da Carburgo Volkswagen, Vanderlei Fraga adianta que a expectativa é aumentar as vendas em 30%

Com o mercado de novos ainda em crise e o de usados a todo vapor, pagar 100% da tabela Fipe para incentivar a troca por um zero-quilômetro tem se tornado cada vez mais comum em diversas concessionárias. Ou seja: o momento é excelente para quem não quer correr os riscos inerentes a uma venda particular.

A tabela elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) existe desde 1973 e é utilizada como um dos referenciais na hora de vender um veículo ou contratar apólice de seguro. Quem tem um carro antigo, raro ou em um excelente estado de conservação não precisa se submeter à tabela ao negociar, mas terá mais trabalho e precisará vender para particulares. Nas concessionárias, porém, não há saída: a Fipe é quem manda.

CONDIÇÕES

A Carburgo Volkswagen Novo Hamburgo, por exemplo, começou no dia 20 e prossegue até o final de maio com uma programação de test-drives e condições especiais de financiamento.

O gerente Comercial da loja, Vanderlei Fraga, revela que o usual era pagar no máximo 90% da tabela porque a concessionária tem uma série de custos e encargos que um particular não possui, como transferência, revisão e garantia que precisa dar no usado.

Agora, porém, a Carburgo e muitas lojas resolveram absorver essas despesas para apostar na retomada do volume de vendas. ‘‘Com isso, nossa meta é aumentar os negócios em 30%. Um dos destaques é o Gol, carro nacional completo mais barato do Brasil, por R$ 37,99 mil’’, assinala Fraga.

Carro deve estar em bom estado de conservação

GES/Divulgação
Exigências: usado deve estar bom de motor e lataria, salienta o gerente de Vendas da Sinoscar Novo Hamburgo, César Viegas

Para que a concessionária possa pagar 100% da Fipe, é necessário atender a alguns requisitos. ‘‘É preciso que o carro esteja com lataria, motor e câmbio em ótimo estado, além do IPVA em dia’’, explica o gerente de Vendas da Sinoscar Novo Hamburgo, César Viegas.

Além disso, deve ter rodado no máximo 15 mil km por ano. Por exemplo: um automóvel com 4 anos não deve ter mais que 60 mil km. Em resumo: o cliente terá que preencher os mesmos requisitos que ele exige da loja quando vai comprar um seminovo. Um dos destaques da Sinoscar é o Onix Joy 2018, por R$ 39,99 mil. Segundo Viegas, a venda de novos já cresceu 15% no acumulado do ano, um pouco menos que os usados, que aumentaram 20%.

Modelos estratégicos

GES/Divulgação
Gerente de Vendas da Florauto Novo Hamburgo, Cristiane Manfron destaca bônus para o EcoSport

Gerente de Vendas da Florauto Novo Hamburgo, Cristiane Manfron revela que os modelos beneficiados com a Fipe 100% variam a cada mês, dependendo da estratégia da fábrica e da loja. Até o final de maio há condições especiais para New Fiesta, EcoSport e Focus Hatch. Para New Fiesta Sedan, os termos são válidos na troca por Focus Hatch ou Fastback e Fusion. ‘‘Para modelos de outras marcas, pagamos até 90% da Fipe. São carros com motor de 1.0 a 1.6 e também Civic, Corolla e HB20’’, explica. Os destaques são EcoSport 1.6 SE com atrativo bônus, que faz o preço cair de R$ 78,8 mil para R$ 69,99 mil, e Ka SE 1.0 2018, que baixou de R$ 43,46 mil para R$ 39,9 mil.

Montana 2018 chega com preço inicial de R$ 47,39 mil

Além de novas cores, picape Chevrolet passa a contar com saias laterais e computador de bordo em todas as configurações.

A linha 2018 da Montana chega às concessionárias com duas novas opções de cores para a carroceria: vermelho chili e cinza satin steel. A picape ganha, ainda, saias laterais e computador de bordo em todas as configurações de acabamento e uma gama adicional de acessórios originais que possibilitam a customização do veículo de acordo com a necessidade do usuário. Os preços sugeridos da linha 2018 começam em R$ 47,39 mil na LS, que no pacote 2 sobem para R$ 50,55 mil e, no 3, para R$ 54,89 mil. Já a Sport custa R$ 57,59 mil.

Equipada com o motor 1.4 EconoFlex de elevada eficiência energética, a Montana se destaca por ser a picape compacta mais econômica do segmento, tanto no uso urbano como no rodoviário, de acordo com dados do Inmetro. Outra característica relevante é sua capacidade de carga, de 756 kg, até 7% superior que as principais concorrentes.

Rodas 15’’

Montana

A linha 2018 vem equipada de série – desde sua versão de entrada (LS) – com direção hidráulica, protetor de caçamba, capota marítima, degrau lateral para o mais fácil acesso ao compartimento de carga, rodas aro 15’’, banco do motorista com ajuste de altura e sistema de luz “siga-me” (os faróis permanecem acesos por um período de tempo após o travamento das portas).

Freios de baixo arrasto, rolamentos especiais e pneus de baixa resistência à rolagem fazem parte do pacote, assim como o indicador de mudança de marcha no painel para ajudar a dirigir de forma mais econômica. As duas novas opções de cores externas se juntam ao preto ouro negro, branco summit, cinza grafite e ao prata switchblade.

Economia

Conforme dados do Inmetro, a versão de entrada pode percorrer, com um litro de gasolina, 13,4 km na estrada e 11,7 km na cidade. Com etanol, são 9,2 km e 7,9 km, respectivamente.

Equipamentos

O veículo traz também direção hidráulica desde a versão de entrada, um diferencial relevante para o segmento. Banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura, sistema de luz “siga-me”, painel de instrumentos na cor ice blue e as sombreiras com espelho são outros itens de série.

A lista soma para-choques na cor da carroceria, lanternas escurecidas e freios ABS com assistente de frenagem de emergência (EBD). A versão LS pode ser equipada com ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos e computador de bordo com funções de consumos médio e total, bem como velocidade média e autonomia.

Proteção para a caçamba

A picape compacta se sobressai por sua capacidade de carga. Sua caçamba – comprida e alta – transporta com segurança mesmo objetos grandes, como motocicletas.

Para preservar o assoalho, vem com protetor de caçamba, dez ganchos para amarração de cordas e o degrau side step, que facilita o acesso ao compartimento pela lateral. Já a tampa traseira possui trava antifurto com chave, enquanto o habitáculo utiliza-se do conceito MaxCab e comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos.

Novos acessórios

Outra novidade da linha 2018 é a maior oferta de acessórios originais. Na lista, destacam-se as rodas em alumínio aro 16’’ com acabamento cinza grafite, o santo-antônio tubular, os adesivos para capô e teto, as pedaleiras esportivas, o sensor de estacionamento traseiro, o suporte de bicicleta e o tapete de E.V.A. para caçamba, que ajuda a reduzir substancialmente a movimentação e o ruído de objetos transportados no compartimento de carga do veículo.

Estribo lateral tubular, bolsa organizadora multiuso, rede porta-objeto para o banco dianteiro porta-óculos e CD player com bluetooth também estão disponíveis para customizar a picape da Chevrolet.

Motor 1.4 de 99 cv

O 1.4 é o mais potente da categoria, garante a Chevrolet. O EconoFlex desenvolve 99 cv e 13 kgfm de torque com álcool. Com gasolina, os números são de 94 cv e 12,9 kgfm. A transmissão é a manual de cinco velocidades. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em até 10,4s.

Versão Sport

A versão Sport foi pensada principalmente para aquele consumidor que procura um automóvel versátil de dois lugares para o dia a dia e para o lazer. Bastante completa de série, essa configuração difere pelo acabamento visual mais sofisticado. Rodas em liga-leve aro 16’’, faróis com máscara negra, luzes de neblina, alarme antifurto ultrassônico, rack de teto e adesivos de coluna estão entre os diferenciais.

Na cabine, o usuário conta com sistema de acendimento automático dos faróis, controle de velocidade de cruzeiro e sistema de som com bluetooth e entrada USB. A Sport também é caracterizada pelo interior com acabamento na cor cinza midnight.

Novo motor da Ford: mais potência e menos consumo

Conforme o presidente da Ford América do Sul, motor tem melhor performance, é mais seguro e menos poluente.

Novo motor 1.5L de 3 cilindros da Fordreportagem: Raquel Reckziegel*

Foi apresentado nesta sexta-feira (5), durante um seminário de motores da Ford, o novo motor 1.5 Flex de três cilindros da empresa. Sustentabilidade e inovação foram as palavras-chave: o motor, de 137,2 cv e torque de 158,5 Nm com etanol, segue a tendência global chamada de "downsizing", onde sua cilindrada é diminuída e a potência específica aumenta, com menor consumo de combustível e emissões poluentes. "É mais seguro, menos poluente, e eficiente energeticamente, além de ter boa performance e ser divertido de dirigir", destacou o presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters. De acordo com o Engenheiro Chefe de Trem de Força da Ford América do Sul, Volker Heumann, é o primeiro motor dessa cilindrada com apenas três cilindros no mercado. Ainda, segundo o vice-presidente da Ford América do Sul, o 1.5L Flex de 3 cilindros será produzido na Índia e utilizado em veículos por todo o mundo, mas o Brasil será o primeiro País a receber esse motor. No entanto, ainda não há a confirmação de qual carro será.

Conforme a empresa, o desempenho do motor supera os de quatro cilindros com maior cilindrada. Ainda, houve melhora de 15,4% em eficiência energética em relação ao ano de 2012. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Marcos Pereira, que participou do evento de lançamento, atribuiu o desenvolvimento da tecnologia ao programa InovarAuto. "Ele estabeleceu metas de potência energética. Ao habilitar-se para o programa, a Ford se comprometeu a atingir niveis mínimos de metas energéticas, além de aspectos como tecnologia e capacitação de fornecedores. Também aderiu ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro", destacou. O novo motor tem classificação A de eficiência energética, além de ser mais silencioso. Segundo a Ford, ele será incluído, a partir de agora, em futuros veículos de sua linha.

Além do ministro Marcos, que também falou sobre as propostas da próxima fase do programa governamental para o setor, chamada Rota 2030, também participou do seminário de motores o superintendente de Estudos Econômicos-Energéticos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia, Jeferson Borghetti Soares, abordando os cenários da matriz energética brasileira. 

  • O eixo balanceiro apoiado por mancais hidrodinâmicos funciona como um contrapeso que elimina as vibrações naturais do arranjo de três cilindros
    Foto: Ford/Divulgação
  • Uso de bloco de alumínio colaborou para que o motor tenha menos peso e tamanho
    Foto: Ford/Divulgação
  • Por ter três cilindros, o motor tem 10% a menos de peso e tamanho
    Foto: Ford/Divulgação

Menos peso e tamanho

Por ter três cilindros, o motor tem 10% a menos de peso e tamanho, qualidades reforçadas pelo uso de bloco de alumínio. “Com a redução de um cilindro, o motor de três cilindros tem uma área de contato menor entre as superficies metálicas – o pistão movendo dentro do cilindro e as junções do pistão com o virabrequim. Isso diminui a parcela de combustível necessária para vencer as forças de atrito do conjunto. Outras vantagens são o menor peso, o ganho de espaço no veículo e a redução do custo de matéria-prima”, explicou Enio Gomes, diretor de Trem de Força da Ford América do Sul.

Características técnicas

O 1.5 Flex de três cilindros conta com coletor de escape integrado, eixo balanceiro com mancais hidrodinâmicos, bomba de óleo variável, correia imersa em óleo e duplo comando variável e independente de válvulas (tecnologia TiVCT). Ainda, possui bobinas de ignição individuais para cada cilindro, velas de ignição centralizadas na câmara de combustão, tuchos hidráulicos com balancins roletados, virabrequim deslocado da linha de centro e sistema de partida a frio eletrônica Easy Start. O Easy Start, já usado em outras aplicações da Ford, garante partidas rápidas com etanol sem a necessidade de reservatório auxiliar de gasolina.

Ainda, as velas de ignição centralizadas na câmara de combustão permitem uma queima mais homogênea da mistura ar-combustível. O comando variável e independente de válvulas na admissão e no escape otimiza o rendimento e o torque para cada situação de rodagem: aumenta a eficência volumétrica em plena carga, melhora a estabilidade da combustão em marcha lenta e ajuda a economizar combustível em cargas parciais.

A eficiência, por sua vez, aumenta com o uso de bobinas de ignição individuais para cada cilindro. O sistema de válvulas com tuchos hidráulicos acionados por balancins roletados, consagrado no motor Ford RoCam e referência na indústria,  se auto-regula e dispensa manutenção. O virabrequim especial com centro de rotação deslocado é outro fator de ganho de performance, com redução das forças de atrito.

*Viagem a convite da Ford

  • Novo motor tem classificação A de eficiência energética, além de ser mais silencioso
    Foto: Ford/Divulgação
  • A tampa frontal de alumínio contribui para reduzir o peso e aumentar a rigidez do sistema
    Foto: Ford/Divulgação
  • A bomba de óleo variável do motor otimiza a pressão de acordo com a exigência de operação do motor para economizar combustível
    Foto: Ford/Divulgação

Um degrau acima

Se o novo Civic é o Civicão, o Accord então pode ser chamado de super Civicão .

Se a 10ª geração do Honda Civic representa uma evolução em termos de tamanho e conforto, o que dizer do Accord, historicamente posicionado em um patamar acima do sedã médio? Luxo, potência e estilo são palavras que o definem bem. Eterno rival do Toyota Camry, pelo seu preço – R$ 162,5 mil – o Accord também acaba disputando mercado com os alemães Audi A3, Mercedes Classe C e BMW série 3. Se por um lado não tem o status que esses três últimos entregam, compensa com um bom nível de equipamentos. De 2016 até hoje, foram vendidas 124 unidades.

Entre os aparatos tecnológicos há o ANC (Active Noise Control e Active Sound Control), um dispositivo que capta ruídos e vibrações na cabine com auxílio de um microfone e, por meio do sistema de alto-falantes, emite ondas contrárias, transmitindo a sensação de silêncio. O silêncio só é quebrado quando se acelera forte e o V6 mostra seu belo rugido.

Partida à distância pela chave, acendimento automático dos faróis e sensor de chuva são outras comodidades. Ao volante, o Accord é só alegrias: macio e estável, graças também aos amortecedores de alta performance. A direção elétrica EPS é leve e precisa.

O V6 que se transforma em ‘‘V3’’

Um V6 que se transforma em um V3, bastando o motorista acelerar moderadamente. De tamanho compacto, o i-VTEC 3.5 V6 24 válvulas tem a tecnologia de Administração de Cilindro Variável (VCM), que pode ativar e desativar três cilindros, conforme a necessidade, para atender a demandas de potência e economia de combustível. Durante grande parte da condução urbana em velocidades mais baixas, o VCM permite que o 3.5 V6 trabalhe com apenas metade do número de cilindros e, quando é preciso mais força, todos são acionados. O resultado é boa performance com consumo moderado. A potência máxima de 280 cv chega a 6.200 rpm e, os 34,6 kgfm de torque, a 4.900 rpm.

Câmbio de seis marchas

A transmissão automática de seis velocidades traz paddle shift, as ‘‘borboletas’’ localizadas atrás do volante. É possível realizar a configuração de acordo com o estilo de condução, escolhendo entre o modo “D” (Drive), que privilegia o conforto e rodagem tranquila, ou o “S” (Sport), que aproveita ao máximo os giros do motor.

Design

Em termos de design, se o Civic geração 10 é chamado de ‘‘Civicão’’, o Accord é um ‘‘super Civicão’’. O sedã de luxo, que chegou ao Brasil em janeiro de 2016, tem capô e para-choque com vincos acentuados, grade cromada, faróis e luzes de neblina em LED. Na traseira, as belas lanternas – que lembram bastante a linha BMW – têm iluminação em LED e a tampa do porta-malas ganhou um aerofólio. O para-choque traseiro também é novo. Escapamento com dupla saída e rodas aro 18” calçadas com pneus 235/45 completam a esportividade.

Requinte a bordo

Internamente, bancos em couro, detalhes imitando madeira e teto solar elétrico dão os toques de conforto. Central multimídia com tela de 7” multi touchscreen é completa e fácil de ser usada. Retrovisores são eletricamente rebatidos e o do lado direito conta com o dispositivo Honda LaneWatch, que monitora o ponto cego por meio de uma câmera localizada abaixo do espelho e mostra as imagens no display i-MID, também disponível no Civic. Espaço há de sobra, pois tem 4,91 m de comprimento (contra 4,64 m do Civic, por exemplo), 2,77 m de entre-eixos, 1,85 m de altura e 1,47 m de altura.