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Limpeza das orelhas

Uso incorreto de cotonetes pode causar desconforto, zumbidos e sensação de surdez

Otorrinolaringologista explica a forma correta de limpar as orelhas e ouvidos
05/02/2018 14:05 05/02/2018 14:13

Divulgação
Otorrinolaringologista Carlos Alberto Lehnen Jr.
Você já ouviu falar em haste flexível para limpar os ouvidos? É o famoso cotonete, que na verdade é um dos nomes comerciais deste produto, que tem algodões nas duas extremidades e que foram inventadas para “limpar as orelhas”. Mas o médico otorrinolaringologista Carlos Alberto Lehnen Júnior, de Novo Hamburgo, faz um alerta: as hastes flexíveis têm como finalidade limpar as partes expostas das orelhas e jamais da parte interna.

Além disso, o otorrinolaringologista explica que elas podem ser usadas para aplicação de medicamentos em locais determinados por médico, para retoques de maquiagem, entre outras ações. “Quando estéreis, as hastes podem ser utilizadas para coleta de secreções e amostras, nestes casos, recebem o nome de swab”, revela.

No banho

Pixabay/Divulgação
É preciso ter cuidado aos usar as hastes flexíveis
O médico explica ainda que o ideal é limpar os ouvidos após o banho, com a ponta da toalha, ou com um pano mais fino, apenas no orifício de entrada do conduto auditivo, ou seja, até onde o dedo alcançar.

Nas crianças o cuidado deve ser ainda maior, pois as dimensões dos condutos auditivos (diâmetro e profundidade) são menores, e a pele do local, muito sensível. “Sabendo-se que o cerume (cera dos ouvidos), não é sujeira e sim proteção, e que os ouvidos têm um mecanismo natural autolimpante que empurra as células cutâneas mortas para fora, devemos dispensar o uso de cotonetes na limpeza dos canais auditivos externos”, ressalta Lehnen, enfatizando que os “cotonetes” não devem ser introduzidos nos canais auditivos externos.

Cuidado com o tampão de cera

O uso incorreto das hastes flexíveis pode também empurrar a cera para a profundidade dos condutos auditivos, formando um “tampão de cera” e causando sensações como surdez, zumbido, desconforto e dor. “Nestes casos de complicações, o ideal é procurar o médico otorrinolaringologista, que possui conhecimento e material adequado para examinar, diagnosticar, e indicar o tratamento para cada tipo de problema citado”, pontua.


Correio de Gravataí
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