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STF

Fachin nega pedido para incluir Temer em inquérito que investiga PMDB

Ministro dá prazo de cinco dias para que o procurador-geral se manifeste sobre o pedido de suspeição

Evaristo Sá/ AFP
Michel Temer, presidente da República
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta quinta-feira (10) o pedido feito pela Polícia Federal (PF) de inclusão do presidente Michel Temer no inquérito que investiga se integrantes do PMDB da Câmara dos Deputados cometeram o crime de organização criminosa. O pedido tinha recebido o endosso do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No entanto, Fachin considerou a medida "desnecessária", porque Temer já é investigado por organização criminosa em outro inquérito, o mesmo que também apura se o presidente cometeu o crime de obstrução de justiça.

Nelson Jr./STF
Ministro Edson Fachin durante sessão da 1ª turma do STF
Em outra decisão, Fachin deu prazo de cinco dias para que Janot se manifeste sobre o pedido de suspeição que a defesa de Temer apresentou contra o procurador-geral. O advogado Antonio Mariz afirmou que Janot não tem isenção para investigar Temer, e, por isso, pediu que o ele fosse substituído por outro procurador nas apurações. Fachin deverá tomar a decisão depois de ler a manifestação de Janot sobre o assunto.


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