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Fim dos clandestinos

Empresários de Gravataí pedem o fim dos ambulantes

Acigra enviou ofício ao prefeito interino pedindo que a fiscalização seja mais efetiva em Gravataí

Acigra/Divulgação
Régis e Nadir estiveram reunidos
Uma ação efetiva que fiscalize de fato o comércio irregular no município é o grande desejo da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Gravataí (Acigra). Na última sexta-feira, dia 10, a entidade enviou ao prefeito interino Nadir Rocha um ofício onde pede que algo seja feito.

Segundo o presidente Régis Albino Gomes, a inteção do documento foi formalizar um pedido que já havia sido feito ao prefeito no dia 19 de janeiro quando ocorreu uma reunião na sede da entidade. “Pedimos ao Poder Público Municipal que tomasse as providências cabíveis, a fim de coibir a atuação de vendedores ambulantes e informais, em especial na região central da cidade, uma vez que praticam ilicitudes atuando sem a devida autorização municipal, tampouco recolhendo tributos e taxas, além de comercializar em vias públicas mercadorias sem procedência”, explica o presidente.

No documento enviado ao Executivo, a Acigra diz que é notória a crise econômica que impõe inúmeras dificuldades à classe empresarial, gerando desemprego recorde no país e graves problemas sociais e que cabe aos entes públicos e privados minimizar tais consequências através da fiscalização efetiva da atuação ilegal de comerciantes e prestadores de serviço que concorrem de maneira desleal com a classe empresarial registrada formalmente.

Problemas nas calçadas

Além da venda ilegal, Régis salienta que há o problema nas calçadas. “Enquanto o comerciante está dentro das sua loja, o ambulante expõe seu produto na calçada, atrapalhando também o ir e vir de quem precisa se deslocar. Aquele empresário que paga regularmente todos os seus impostos é o mais prejudicado pelo ambulante, porque este não tem compromisso algum com os tributos e muito menos com a qualidade do produto que vende”, afirma.

O presidente da Acigra é enfático em dizer que não vê a fiscalização nas ruas do município.

Secretária garante que fiscalização acontece

Luana Krumberg, secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, disse não ter conhecimento do ofício da Acigra mas que as fiscalizações são periódicas, principalmente no centro da cidade. “O problema é que logo após os fiscais deixarem o local, os vendedores retornam, mesmo quando há apreensão das mercadorias”, afirma. A secretária alerta que o trabalho dos ambulantes no Centro da cidade é proibido e que quem quer trabalhar com este tipo de mercadoria, precisa solicitar um alvará de ambulante, mas só pode atuar em outras regiões da cidade. Ela garante que a fiscalização poderá ser reforçada se houver necessidade.


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